quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Mal de Alzheimer e a Terapia Floral


O “MAL DE ALZHEIMER” se caracteriza pela perda gradual da consciência social, ou seja, é uma doença progressiva de degeneração cerebral. Os sintomas começam de maneira discreta, com leves perturbações da memória, sobretudo a memória recente, permanecendo, inicialmente, intacta a memória distante. À medida que a doença progride, levando ao declínio de forma lenta e implacável, freqüentemente somam-se a isso inquietude e agitação, que forçam o paciente a dar pequenos passos, tal a insegurança que se gera.

Também surge problema com o reconhecimento de pessoas e depois de si próprio com uma conseqüente perda total da persona. A violência e a depressão têm sua incidência de forma mais incomum, mas não raro.

Este problema neural descrito primeiramente pelo psiquiatra bávaro Alois Alzheimer, é uma doença que tem seu início entre os 50 e 60 anos, normalmente, e é mais comum entre mulheres. Já é hoje a quarta causa mortis mais comum no mundo ocidental industrializado. Segundo o Dr. Rüdiger Dahlke, médico alemão, autor da obra “A Doença como Linguagem da Alma”, o Alzheimer se caracteriza pela fuga dos compromissos e obrigações.

Em se falando de psicossomática, retirando os fatores genéticos, que como já dito em textos anteriores, só se manifestam se houver um comportamento ou energia que os desencadeie, caso contrário toda a humanidade já deveria ter morrido de uma mesma doença; as causas do Alzheimer podem vir da alimentação, que no mundo moderno é rica em alumínio (caixas de leite, panelas, etc...), tendo em vista que determinado tipo de albumina quando ligada às fibras de alumínio se transformam numa argamassa que empareda os neurônios. A principal função dos nervos, que é estabelecer ligações, fica anulada. Ou pela desistência de uma vida... ou das memórias de fatos recentes que causaram tanta dor e mágoa, que a pessoa decide esquecer aquele fato, momento e o cérebro acata as ordens recebidas. Pensamentos, geram emoções, que geram atitudes, que podem desencadear doenças físicas e/ou psíquicas.

Descobertas por Bach no século passado, as essências florais são indicadas para um leque de patologias que cresce a cada dia. Mais de 600 espécies botânicas são destinadas a esse fim na Inglaterra, nos EUA, na Austrália e no Brasil. Cientistas pesquisam essências florais que têm sido empregadas para melhorar a memória e a concentração em vítimas de mal de Parkinson e Alzheimer. Os florais são de grande valia tanto para os pacientes, quanto para a família e cuidadores.

Devemos sempre lembrar que os florais são uma terapia complementar que deve ter a supervisão de um terapeuta habilitado, e principalmente, que a pessoa com Alzheimer deve ter obrigatoriamente o acompanhamento de médicos e de uma equipe multidisciplinar.

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