sábado, 25 de outubro de 2008

A Terapia Floral está associada a alguma religião ou crença?

A Terapia Floral, assim como a Homeopatia, a Acupuntura, a Cromoterapia entre outras, faz parte do que se conhece como Medicina Vibracional, que leva em conta não apenas o Corpo Físico, mas também campos energéticos sutis associados conhecidos como corpo mental, emocional, psicológico. O conjunto destes corpos é a própria individualidade.

Sua atuação não depende de qualquer religião ou crença, fato este comprovado por pesquisas que têm demonstrado a eficácia deste tratamento na estabilização de emoções e, conseqüente fortalecimento do sistema imunológico. Experiências realizadas com plantas e animais têm descartado seu efeito placebo.

O trabalho do Dr. Bach ultrapassa o âmbito da descoberta do valor terapêutico das essências florais, no sentido de que ele, antes de perceber e aplicar a ação vibracional das flores, desenvolveu um método que relaciona os estados afetivos e as doenças no corpo físico. Como profissional de medicina com grande experiência, tendo atuado como bacteriologista, homeopata, com muitos anos de prática clínica, auxiliado por grande sensibilidade e intuição, percebeu que as pessoas não reagem igualmente, tanto na evolução dos processos doentios, quanto no tratamento deles. Então, em vez de catalogar as doenças, resolveu classificar os doentes em categorias relativas ao seu comportamento, realçando os seus aspectos afetivos positivos e negativos. Criou uma Terapia com o objetivo de tratar o doente e não a doença, curando a causa e não os sintomas, visando a sua harmonia e saúde, por métodos simples e naturais, integrando os diversos aspectos que compõem o ser humano.

Esta Medicina considera que estes corpos interagem entre si, sendo a doença uma somatização de alguma desarmonia ocorrida em algum plano energético. A cura, então, consiste em harmonizar as vibrações dos nossos corpos sutis, resultando, no nível do paciente, em saúde e bem-estar.

É importante salientar que os fenômenos que atuam nessas interações são puramente físicos, de ordem vibracional; os princípios que regem esses fenômenos são os mesmos da Física Elementar, e podem ser facilmente compreendidos mediante certas analogias.
Como exemplo, podemos citar o diapasão, que possui uma freqüência única de vibração; quando se afina um piano, somente uma nota pode fazer com que o diapasão vibre, e se diz que aquela nota está em ressonância com o diapasão. Outro exemplo é o do copo de cristal que quebra quando um cantor emite determinado tom de agudo; somente quando o cantor emite a mesma freqüência de vibração daquele copo de cristal é que acontece a ressonância, e o copo quebra.

Uma maneira de situarmos as vibrações dos corpos sutis é nos lembrarmos do espectro vibracional da natureza, onde estão incluídas as freqüências baixas, como, por exemplo, as acústicas, até as muito altas, como as eletromagnéticas (ondas de rádio e TV), as do espectro de luz visível (do infravermelho ao ultravioleta), as de micro-ondas e muitas outras. As vibrações dos corpos sutis que envolvem o corpo físico também estão neste espectro, e podem ser energizadas pelo fenômeno da ressonância ao contato com vibrações de mesma freqüência, que, no caso da Terapia Floral, são representadas pelas essências florais.

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