terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Cara de um, focinho do outro!

Não aconteceu apenas uma vez.
Já atendi várias pessoas que me procuraram para cuidar de seus bichinhos de estimação com florais. A maioria desses bichinhos eram cães e gatos.
O mais interessante é que na maioria dos casos, pude perceber que os animais acabaram desenvolvendo doenças semelhantes às de seus donos.

Já atendi cachorros com fortes dores na coluna (um de seus donos tinha um desvio sério na coluna, fazendo com que a mesma ficasse travada); Atendi também uma cadelinha que estava com problemas na genitália (e sua dona estava fazendo um tratamento ginecológico); Cuidei de um bichinho que tinha crises de epilepsia (o relacionamento do casal que era seu dono não estava bem, eles acabavam discutindo e qualquer dissabor já era motivo para as crises epiléticas voltarem). É como se o animal quisesse acabar com o sofrimento daquele que ele ama, puxando toda a doença para si.

De que maneira nós influenciamos nossos bichinhos de estimação?
Por que alguns se parecem tanto com seus donos, tem hábitos semelhantes e chegam até a desenvolver as mesmas doenças?

A Física Quântica defende que tudo que vibra na mesma sintonia se torna igual, ou pelo menos, influenciável. Através de trocas energéticas os seres vivos estabelecem conexões e desenvolvem formas de interação que influenciam tanto as emoções quanto o corpo físico. Homens e bichos convivendo intimamente acabam adquirindo hábitos e personalidade semelhantes, e a partir disso, podem ter as mesmas doenças.

A intimidade entre animais e o ser humano parece caminhar nessa direção. Estamos tão ligados que esquecemos que eles são diferentes de nós e têm necessidades muito específicas. Os criamos para serem dependentes e eles acabam pagando um preço alto por isso. Por não terem um cérebro racional, não entendem o que se passa além das fronteiras do apartamento onde moram. A maior parte dos animais sente uma grande ansiedade com a ausência do dono, além de estresse gerado pela falta de exercício, de lazer e contato social.

Mas existem as boas influências, trocas preciosas que estimulam vínculos profundos e estreitam laços afetivos. Os animais nos observam o tempo todo, aprendem a ler nossas emoções e desenvolvem estratégias cada vez mais sofisticadas para se comunicarem conosco. Mecanismos capazes de influenciar a genética e mudar definitivamente uma espécie.

Os animais absorvem nosso inconsciente. Isso não significa que sejamos culpados. Somos, sim, responsáveis. Os animais atraem os donos de acordo com a sua energia, assim como os donos atraem os animais no mesmo padrão de energia.

Isso é facilmente identificado quando perguntamos como foi que tal pessoa escolheu aquele animalzinho para ser de estimação.

Atenção:
Quem assume responsabilidade não é nem culpado, nem inocente. Apenas aprende, evolui e vive melhor. Quem assume “culpa”, seja consciente ou inconsciente, acaba atraindo castigos que podem vir em forma de doenças, acidentes ou infortúnios.

O ideal nesses casos é que quando o animal for tratado com florais, que o dono também passe por uma consulta e tome as preciosas gotinhas, pois os florais poderão equilibrar a energia que tem desencadeado os sintomas igualmente identificados tanto no animal quanto em seu dono.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A psicossomática das unhas

As unhas das mãos e dos pés desenvolveram-se a partir das garras, ou seja, são resquícios destas, e em consequência têm a ver com nossa herança agressiva e nossa origem. Como deixamos de utilizar as garras diretamente na luta diária pela vida, precisamos apará-las. Antigamente elas se desgastavam, como acontece com os animais de rapina. Quanto a isto, é igualmente uma atitude honesta e uma desilusão observar quem além de nós tem garras no mundo animal; o revestimento agressivo, tanto das unhas como das pessoas, fica claro.
Agora, em uma época que ao mesmo tempo combate a agressão e é extremamente agressiva, não é mais tão fácil manter as unhas perfeitas. Seja por serem atacadas por agentes estranhos tais como fungos ou amputadas de livre e espontânea vontade com os dentes, sobretudo pelas crianças, ou ainda por se tornarem quebradiças e lascarem com facilidade, elas sempre lançam uma luz sobre nossa maneira de lidar com a agressão. Em muitas culturas, seu comprimento é sinal do quanto a pessoa se manteve distante do indigno trabalho braçal diário. Ao mesmo tempo, esse costume deixa claro quanta agressividade é necessária para impor um tal estilo de vida e conservar o poder correspondente. Também entre nós, unhas bem cuidadas são um sinal de trabalho intelectual e de seu trato refinado com a agressividade.

Em nossa cultura, é principalmente o mundo das senhoras que exibe seus símbolos de agressão com orgulho, não poupando gastos em seu cuidado e colocando-os em evidência com cores brilhantes. O esmalte de unhas tornou-se um componente permanente da vida. Excepcionalmente, ele tem a cor da madrepérola, aquele material iridescente no qual diversos seres aquáticos se envolvem, e sinaliza que para seus proprietários a temática agressiva transformou-se em algo cintilante, precioso. O vermelho, escolhido de forma preponderante, é muito apropriado simbolicamente, pois se trata da cor do deus da guerra, Marte, e de sua rival e companheira, Vênus, a deusa do amor. A agressão e o amor unem-se em paixão nas longas unhas pintadas de vermelho, e as garras assim acentuadas sinalizam algo eroticamente sedutor que sempre é criado a partir dessas duas fontes. Não é de surpreender, já que Eros/Amor, o deus do erotismo, é filho de Vênus e Marte. Com as armas de guerra do pai, o arco e a flecha, ele instila o desejo da mãe, o amor, no coração dos homens.

Quando se pensa nas luzes do semáforo e no traseiro dos babuínos, o vermelho é também a clássica cor de aviso, que pode ser vista de longe. Unhas vermelhas chamam a atenção para si, para as qualidades sedutoras de seu proprietário, ou para o sangue que goteja de suas unhas. Finalmente, as unhas têm ainda um caráter saturnino, limitador, já que podem também sinalizar: "Até aqui, não prossiga." 

Inflamação das unhas

Esse sintoma, também chamado de panarício, pode surgir tanto nas unhas das mãos como dos pés. O leito da unha, o espaço onde ela cresce e se alimenta, está inflamado e com pus. A inflamação nessa região encarna um conflito em relação ao lar da agressão, ou seja, da vitalidade. De maneira semelhante ao que acontece na inflamação das gengivas (gengivite), o tema da confiança primordial está sendo aludido. As ferramentas da agressão, garras e dentes, precisam de um fundamento saudável para tornar-se agressivos de acordo com a sua determinação. De maneira análoga, uma pessoa precisa da confiança primordial para poder dar expressão a sua agressão, sua vitalidade e sua energia.

Quando falta autoconfiança às crianças e, sobretudo, confiança nos pais, elas não se atrevem a ser agressivas. Aquilo que externamente parece uma louvável afeição é, muitas vezes, falta de confiança. Quando, ao contrário, elas se atrevem a algo que os pais de forma alguma valorizam, manifestam com isso confiança, pois podem contar com os pais mesmo quando dão vazão à sua agressividade, ou seja, sua vitalidade. Estar permanentemente grudado na barra da saia da mãe, ao contrário, deixa entrever medo e falta de confiança.

Quando o conflito na base da agressão no leito da unha soma-se ainda roer as unhas, a situação torna-se mais clara ainda. A criança não se atreve a agarrar a vida e mostrar as garras. A válvula de escape para a energia vital não é suficiente e a criança, portanto, dirige sua agressividade contra si mesma e castra suas próprias ferramentas de agressão. Em vez de ficarem contentes pelo fato de as crianças não dirigirem suas mordidas contra eles, não é raro que os pais recorram a punições. Na tentativa de tirar o "vício" de seu filho, eles fazem com que o problema da agressão mergulhe ainda mais na sombra. É justamente a sinceridade do sintoma que enfurece os educadores. Agora todos podem ver como seu filho vive de forma contrária à vitalidade.

Algumas crianças levam essa situação tão longe que chegam a roer também as unhas dos pés. O que sua fome de agressão poderia deixar claro? Caso o sintoma perdure até a adolescência ou mesmo até a idade adulta, isso mostra a contínua carência de possibilidades de expressão para a própria vitalidade. Não é raro que o sintoma desapareça para voltar a emergir mais tarde com outra roupagem, por exemplo sob a forma de uma alergia.
Como as unhas freqüentemente são roídas quase até a base, as pontas dos dedos ficam desprotegidas e tendem a inflamar-se. O panarício típico, entretanto, afeta unhas intactas que repentinamente desenvolvem uma tendência para encravar. Elas perfuram a própria carne e, assim, declaram a guerra. Em geral, a situação não é tão crônica como quando se rói as unhas, inflamando-se em um conflito agudo. Ainda assim, há pessoas que sempre voltam a recorrer a este plano de conflitos em torno de sua confiança primordial. 

Além da típica ferida no leito da unha, há outras maneiras que podem chegar até os ossos. Quando o periósteo, os ossos ou os tendões são afetados, a problemática anímica que sai à luz é correspondentemente mais profunda. Os agressores, no sentido físico, são na maioria dos casos estafilococos ou outras bactérias, no quadro de uma assim chamada infecção mista. Enquanto a pessoa se deixa inflamar por esses agentes, os temas propriamente causadores obtêm muito pouco espaço. De fato, uma pessoa que declara guerra a si mesma, ou seja, cujo sistema de armas ofensivas, por dentro e por baixo, está por assim dizer sendo colocado em questão em seu próprio pais, bem, essa pessoa mal poderia defender-se, quanto mais tomar por si mesma a decisão de atacar. A ferida costumeira no leito da unha pode fazer com que esta se solte e, com isso, indicar uma perda na disponibílidade para a defesa.

As garras postas temporariamente fora de combate apontam para a lição a ser aprendida: trazer a própria vitalidade e agressividade de volta para planos conscientes. A guerra em tomo do sistema de armas do corpo deveria ser travada em planos onde as soluções são possíveis. Nesse caso, as armas do espírito têm precedência sobre as armas do corpo. Até mesmo agarrar e arranhar conscientemente tem mais sentido que cultivar ulceras nas unhas. 


Perguntas:

1. Onde deveria mostrar minhas garras e não me atrevo? Onde eu inconscientemente guardo algo sob as unhas?
2. Até que medida meu medo me deixa indefeso diante da agressão?
3. Onde, em sentido figurado, sou vítima de minha agressão?
4. Onde poderia encontrar confiança em minha força e minha vitalidade?
5. Onde há possibilidades significativas para minha disponibilidade agressiva de defesa? Como minha fome poderia ser melhor aplacada?

Fonte: "A Doença como Linguagem da Alma" - Rüdger Dahlke

domingo, 1 de janeiro de 2012

O que esperar de 2012?

2012 = 2 + 0 + 1 + 2 = 5
5 é propício para mudanças. 
Que consigamos mudar tudo o que for preciso para que
tenhamos mais saúde, paz, alegria e muito mais.

Muito tem sido dito sobre as possíveis mudanças que ocorrerão no planeta Terra em 2012. Há até quem fale em fim do mundo. As principais fontes de tanta especulação são profecias feitas pela extinta civilização Maia. Os maias ocupavam terras na América Central, a partir do sul do México em direção ao norte.

A civilização maia possuía um avançado calendário, assim como o utilizado no Brasil hoje, contendo 365 dias. Outra grande qualidade era a aptidão para a matemática. Segundo os cálculos, em 2012 o mundo como conhecemos será extinto. Aquela civilização falava em cinco ciclos, quatro deles já teriam passado e o próximo acontecerá dia 21 de dezembro de 2012.


Estudiosos das teorias maias afirmam que estes ciclos acontecem a cada 26 mil anos e duram 5.125 anos. Todos eles teriam terminado em destruição. Dia 21 de dezembro será o último dia do último ciclo. O fim da raça humana se daria devido a um alinhamento cósmico. O sol se alinharia ao centro da Via Láctea ao mesmo tempo em que haveria uma mudança do eixo da Terra em relação à esfera celeste.

Para a numeróloga Aparecida Liberato diz o que ocorrerá no próximo ano será uma mudança de energia. “O número de 2012 será o 5. Essa energia indica que o ano que vem será um ano de inquietação e de instabilidade, em que aquilo que foi planejado não acontece”, diz Aparecida. A numeróloga afirma ainda que tudo que não foi concertado em 2011 no ano seguinte será desestruturado. “As pessoas vão sentir”, opina.

Aparecida diz que é difícil controlar um ano 5 e que esta é uma energia inquieta. “Podemos esperar que as situações de conflitos, movimentos, levantes sejam sentidas em todo o mundo”, alerta a numeróloga. O mundo estará em uma energia acelerada, porém, descontrolada. 

Sobre as previsões maias: “O que aconteceu foi que os maias citaram o 21 de dezembro de 2012 como uma data de encerramento de um ciclo, é o fim de uma determinada era. Isso não significa o fim do mundo. Eles também falaram em outras datas além de 2012. O nosso pensamento é energia, por isso não é bom pensar nestas teorias sem refletir sobre o que elas realmente querem dizer”, finaliza Aparecida Liberato.
(Fonte: Estrela Guia) 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Depoimento - Degeneração cerebral por velhice e outras doenças relacionadas à idade.

Meu nome é Neusa, tenho 60 anos e desde 2001 cuido de meu pai, que em dezembro completará 93 anos e é dele que vou falar em meu depoimento.
 
Imaginem uma pessoa com esta idade, o quanto tem a contar... Sua vida, como a de todos , foi marcada por momentos felizes e também por momentos de angústia e tristeza por doenças graves que, graças a Deus foram superados. Teve tuberculose ,quando jovem, numa época em que esta doença significava morte certa. Conseguiu sobreviver e até enfrentou uma recaída depois de alguns anos. Quando minha mãe faleceu, em 2001, sofreu muito pela perda da companheira de 50 anos de vida em comum , e então começou a apresentar problemas de saúde; mal sarava de um, aparecia outro,  até que em 2003 descobrimos que estava com câncer  de intestino (mais precisamente de reto). Foram meses de tratamento: quimioterapia, radioterapia, várias cirurgias,mais quimioterapia  e depois de 5 anos, teve alta. Nesta época já contava 88 anos, o que foi considerado como verdadeira vitória por todos que o acompanharam , desde os médicos até os amigos. Desta data até final de agosto deste ano, manteve-se estável, com algumas dificuldades impostas pela idade.
             
Em agosto de 2011 ,começou a apresentar quadros de confusão mental , o que estranhamos, pois sempre foi muito lúcido, e juntamente com isto, impossibilidade de andar. Tomar banho sozinho, como sempre fazia,nem pensar, porque caía no banheiro. Muitas vezes, achava que tinha condições de andar ,mas ao tentar ficar em pé , não se sustentava  e logo caía.  Passamos o mês de setembro, de médico em médico, fazendo todos os exames necessários, até que foi constatado que o problema era degeneração cerebral relativo à idade. Todos os médicos foram unânimes  em  dizer que nada mais poderia ser feito e que a doença só progrediria e muito rapidamente, como pudemos observar. Providenciei cadeira de banho e já estava procurando cadeira de rodas pra que pudesse cuidar melhor dele.A confusão mental,  aumentava dia a dia. Já não sabia quando era noite ou dia, acordava de madrugada querendo tomar banho ,levantar ,tomar lanche e  ficar conversando, e de vez em quando sem mais nem menos,começava a caminhar, para logo em seguida levar um tombo. Foram dias de muita dificuldade até que, conversando com a Andrea, ela sugeriu o tratamento com os florais. Foi o que fizemos e para espanto de todos da família e amigos que o viram, na mesma semana , papai começou a andar, a tomar banho sozinho e as confusões foram diminuindo até desaparecerem. Pediu que devolvêssemos a cadeira de banho, pois não precisava mais dela.  Andrea sugeriu também que fossem feitos exercícios para o cérebro, para ajudar na recuperação da memória. Semanalmente, passo uma série de exercícios , que a princípio foram muito mal recebidos (devido à falta de costume e preguiça mental ) mas que agora já fazem parte da rotina e até servem para descontrair. O floral é tomado exatamente como ela prescreveu: 4 gotas ,4 vezes ao dia ,e ele  está tão bem que não esquece de tomá-lo. Ah! Está caminhando em volta da casa todos os dias, durante mais ou menos 1hora, para exercitar as pernas.Não parece a mesma pessoa de 2 meses atrás.  Em tão pouco tempo ,conseguimos um resultado melhor do que em vários anos de tratamento. É importante dizer que tudo está sendo feito através da internet, pois nós não moramos na mesma cidade que Andrea Goulart e meu pai não tinha a menor condição de ir até seu consultório em Guará. Os florais não interferem em tratamentos médicos que estejam sendo feitos e não é necessário interrompê-los. Os próprios médicos que acompanham meu pai disseram que só faria bem a ele.
 
Se alguém estiver em dúvida quanto ao tratamento via internet, afirmo que o resultado é simplesmente maravilhoso.  É claro que se puder pessoalmente, só o fato de conversar ,expor suas dificuldades e ouvir a terapeuta, fará um grande bem,mas se não for possível,não se preocupe ; siga a orientação dada e colabore com as informações, que obterá excelentes resultados.
 
Neste momento, dedico algumas palavras simples,mas que traduzem toda a gratidão que sentimos pela nossa terapeuta amiga ou amiga terapeuta: que Deus a abençõe,e que lhe dê em dobro toda a alegria , paz , saúde , amor, carinho e dedicação com que trata seus pacientes . Agradeço a Deus que nos colocou neste caminho.
 
Muito obrigada.

Neusa Maria Rosa F. Costa
R.G. 5 258 456 - 2
São José dos Campos - SP

domingo, 13 de novembro de 2011

Coluna


Sua coluna foi projetada para suportar você,
 
e não o mundo.(Cristina Cairo)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Nossos dentes dizem muito sobre nós

MAPEAMENTO DENTÁRIO E BUCAL


"Cada parte do nosso corpo tem sua função especifica, aliada ao emocional. Cada traço, forma, tamanho, comprimento, cor, espessura, largura faz parte de uma linguagem expressada pelo Criador de todas as coisas.
Que tenhamos entendimento e capacidade de utilização destes sábios conhecimentos que compõem a estrutura humana.
Que através desta consciência possamos construir a nossa própria história, baseados na liberdade de ser, estar e agir.
Aqui fica registrado um agradecimento à Inteligência Cósmica".
* DENTES:Os dentes traduzem a qualidade da saúde física e emocional do indivíduo. Revelam posturas emocionais, estruturação básica de comportamento, conflitos, evolução psíquica.
Os dentes estão relacionados com os centros de força do corpo etérico, também chamados chakras, com os órgãos do corpo e com as emoções. O adoecimento de um dente é um grito de socorro, sinal de que alguma coisa não está bem na vida ou no interior do indíviduo. Eles são canais de preservação orgânica e canais de purificação de energia densa.
São 32 dentes, sendo 8 conjuntos de 4 dentes: 4 incisivos centrais, 4 incisivos laterais, 4 caninos, 4 primeiros pré-molares, 4 segundos pré-molares, 4 primeiros molares, 4 segundos e 4 sisos.

Os dentes de um conjunto são interligados, de forma que quando um dente adoece os outros três também sofrem. Para entendê-los, deve-se considerar também o lugar que eles ocupam na arcada.

- Arcada superior: mostra o EU, ou seja, como o indivíduo é. Trabalha registros ancestrais, relacionados com a alma e registros inconscientes. Conta como foi a vida no processo intra-uterino. Traduz a estrutura da pessoa. Trabalha mais a emoção e o sentimento.
- Arcada superior protusa: indica dificuldade na vivência do aqui e agora.
Domínio do sensorial e da ancestralidade. Pessoas muito sensíveis, que podem ter dificuldades com o poder e a autoridade. Muitas vezes tornam-se arrogantes ou autoritárias por não saberem como colocar-se diante da vida.
- Arcada superior adentrada: demonstra pessoa com dificuldade de se impor, seja por que se sente reprimida ou por dificuldade própria de se posicionar.
- Arcada inferior: mostra a forma de como o indivíduo está. Mostra o momento presente, o pós-nascimento, as referências educacionais de pai e mãe e a estruturação da personalidade consciente.Trabalha mais o racional.
- Arcada inferior protusa: (prognata) Revelam pessoas de temperamento forte, que têm dificuldades com a autoridade, principalmente paterna. Vêm os seus desejos e ânsias negados e criam sentimentos de revolta, tornando-se arrogantes ou orgulhosos. São pessoas sensíveis que precisam de diálogo e oportunidades para a sua expressão.
- Arcada inferior adentrada: Mostram pessoas frágeis com pouca força de vontade, tímidas e com dificuldades de se impor diante da vida e de pessoas. Necessitam estímulos, elogios e oportunidades para que se descubram.
Estruturas que compõem o dente:
- Raiz: relacionada ao sistema músculo-esquelético do corpo, pois ambos fazem o papel de sustentação. Fraturas na raiz significam que o indivíduo está perdido, sem base. Há necessidade urgente de mudar a vida. Distúrbios na raiz significam jeito conflituoso de viver, diferente do próprio modo de ser.
- Dentina: relaciona-se com o sistema muscular do corpo, uma vez que também é excitável, permitindo a troca de impulsos nervosos. Dentina exposta significa que a pessoa está insegura diante da vida, sentindo-se desprotegida.
Quando a pessoa passa por algum choque ou trauma, tende a ficar com sensibilidade extrema nos dentes.
- Canal: corresponde à medula espinhal e pode refletir distúrbios do fluxo energético corporal. Trabalha, bombeia, coordena e mantém a saúde do órgão correspondente daquele dente. Problemas no canal indicam impaciência com o momento presente e incapacidade de aceitação. Indica que o momento é de amadurecimento.
- Nervos: estão relacionados com a sensibilidade e com o sistema nervoso. Exercem a função de reconhecimento das sensações, possuem a capacidade de percepção. Quando há problemas nos nervos, indica que o indivíduo está muito tenso e estressado, que gostaria de não perceber o que o incomoda. Há uma grande dificuldade de viver com suas próprias emoções e lidar com as suas sensações. É preciso enfrentar, parar de justificar-se e procurar entender a mensagem especifica deste dente.
- Esmalte: está relacionado com a pele. Faz a troca com o meio externo que pode ser de uma maneira saudável ou não. Problemas no esmalte indicam dificuldades na convivência com o mundo, incapacidade de estar, de participar socialmente na vida. Indicam que a pessoa é introvertida, não revelando com facilidade os seus sentimentos. Quando existe um sentimento grave de culpa, o esmalte do dente pode apresentar problemas. Neste caso, o indivíduo deve se abrir com alguém de sua confiança para desabafar os sentimentos guardados e procurar a melhor forma de se sentir bem.
- Vasos sanguíneos: é a circulação energética, significando a liberdade de expressão emocional especifica de cada dente, através da circulação do sangue.

As mensagens dos dentes:

INCISIVOS CENTRAIS - Indicam a harmonia consigo mesmo e com o ambiente (o social). Traduzem a liberdade de ser e de estar. Trabalham o relacionamento do indivíduo consigo mesmo e com a família. Trabalham ainda a ancestralidade e os padrões familiares. Quando a pessoa tem dificuldade de assumir padrões comportamentais familiares já cristalizados, tem problemas nestes dentes. Cárie no incisivo central significa dificuldade de se colocar no ambiente. É a identidade que quer se firmar, independente e liberta, mas não sabe como.
Bons incisivos centrais indicam que a pessoa está bem consigo e com a sua realidade.

INCISIVOS LATERAIS - Estes dentes têm uma intimidade muito grande com os incisivos centrais e com os sisos. Revelam como o indivíduo se posiciona socialmente, se está tranqüilo quanto a sua projeção social ou se deseja sobressair-se mais, seja profissionalmente ou pessoalmente. Quando eles se apresentam proeminentes, revelam que a pessoa deseja, no seu íntimo, ser reconhecida por suas qualidades
Estes dentes estão relacionados com o sistema respiratório e os pulmões.
Mantém a identidade do indivíduo e suas verdades internas. Problemas nestes dentes indicam que a pessoa tem dificuldade de viver em solidão, pois são sociáveis. Podem sentir-se abandonados e acham que não conseguem viver sozinhos. Devem estar atentos aos seus pulmões e ao sentimento de tristeza e insegurança. Devem cultivar a auto-estima, auto-confiança e alegria.

CANINOS - Estes dentes estão relacionados com a afetividade, revelando a capacidade de amar-se e aos outros. Trabalham a agressividade e a irritação.
Quando são muito proeminentes ou grandes, indicam agressividade, impaciência, irritabilidade, intolerância. Estas pessoas devem cultivar mais os sentimentos de amor e paciência com as dificuldades alheias.
Devem também estar atentas ao auto-domínio, para não passar dos seus próprios limites. Órgãos ligados aos caninos: coração e fígado, justamente os órgãos que mais assimilam a raiva, adoecendo-os. O amor é trabalhado pelo coração e estimulado pelo fígado.
Caninos saudáveis indicam capacidade de agir, de lutar diante da vida e das dificuldades. Sua falta acarreta dificuldades de iniciativa, de sair da inércia, de realização pessoal, como também de desenvolver os sentimentos de amor e fraternidade harmoniosamente.

1º PRÉ-MOLARES - Estes dentes trabalham a capacidade de adaptação do indivíduo ao meio, a ação participativa, a integração social, a capacidade de desempenhar papéis na sociedade em que vive. Estes dentes ajudam a manter os limites da segurança, sem se deixar invadir. Tem relação com os desejos e vontades. Quando apresentam problemas, é sinal de que existe falta de confiança em suas próprias qualidades com relação ao exterior.
Trabalha o convívio com outras pessoas, o sentir-se bem com os outros e consigo mesmo. Trabalha a conquista, a ambição saudável, a coragem. Estes dentes se relacionam com o sistema respiratório, pois fazem a troca do externo com o interno, promovendo renovação.

2º PRÉ-MOLARES - Estes dentes estão relacionados com o momento presente do indivíduo. Estão intimamente ligados à energia vital, ao estresse devido ao gasto exagerado desta energia ou à estagnação da mesma.
São considerados os "médicos da boca", porque organizam a saúde dos outros dentes. Trabalham o "quantum" de energia de todos os dentes. Estão ligados ao sistema urinário e ao aparelho excretor, os intestinos.

1º MOLAR - Trabalham a questão da comunicação. A expressão verbal e escrita, a fala, a linguagem adequada e coerente com o pensamento, a criatividade, a capacidade de concentração, a percepção. Estimula o desenvolvimento da personalidade e conserva a autenticidade do indivíduo. São dentes importantes para o crescimento físico e a saúde emocional e psíquica.
São fundamentais no aspecto comportamental. Quando a personalidade não pode se revelar e a pessoa vive sob tensão de ser o que não é, estes dentes apresentam graves problemas. Extrair o primeiro molar cria bloqueios nestas áreas. Estes dentes estão ligados à tireóide.

2º MOLAR - Estes dentes se relacionam com a sexualidade e o prazer. Trabalham o sentimento de dar continuidade a história, estando intimamente ligados à reprodução. Estimulam a sensação de prazer e de viver situações prazerosas, que possam transmitir bem-estar e aumentar a auto-estima. As sensações de prazer transmitidas pelas pupilas gustativas durante a alimentação, fortalecem estes dentes. Eles acumulam registros como memória destes estímulos e das experiências que geram continuidade.
Estão ligados ao aparelho reprodutor, às glândulas sexuais e ao sistema hormonal.
3º MOLAR OU SISO - É o dente da ancestralidade e do amadurecimento psíquico. Também chamado "dente do juízo", porque seu nascimento acontece na época do desenvolvimento do discernimento, ou seja, no início da idade adulta.
Ao nascer, ele lança no inconsciente a pergunta "qual é o projeto da sua alma?", fazendo com que o indivíduo parta em busca de suas verdadeiras aspirações, pensando, analisando, procurando o seu melhor caminho.
O siso ensina que pode-se viver de forma prazerosa, que não é preciso sofrer, o ideal é estar em conformidade com seus desejos internos. Estes dentes arquivam toda a memória da ancestralidade, a vida do pai e da mãe, toda a árvore genealógica, contém informações das vidas passadas.
Os sisos sabem tudo. São dentes de grande sabedoria, pois influenciam nas decisões, nos julgamentos, nos procedimentos do indivíduo, de acordo com seus arquivos. Além desta organização, eles preparam a pessoa para a vida além da morte; o trabalhos dos sisos é sutil, ao contrário dos molares.
Trabalham também a espiritualidade, pois têm o curriculum da alma. Outra função destes dentes é manter aguçado o instinto de sobrevivência, alertando quando há riscos para o corpo e para a alma. Conserva o sentimento da auto-preservação.
Problemas com o siso são um sinal de alerta. Ele pode estar querendo dizer que é hora de mudar alguma coisa, ou decidir, tomar posição, direcionar-se ou ainda procurar uma orientação espiritual. Indica que o indivíduo está passando por um amadurecimento, seja em qual idade isto acontecer. Pessoas que não possuem siso trazem este trabalho interior com mais esforço e demora. O siso brota para avisar que é hora de crescimento e mudanças.
Os sisos superiores trabalham a ancestralidade espiritual (vidas passadas) e os sisos inferiores trabalham a ancestralidade familiar (atual).

DENTES SEPARADOS - O ideal é que o espaço seja suficiente para passar a saliva. O espaço excessivo fala da dominância sensorial e sensibilidade intensa.
A pessoa tem dificuldade de lidar com o concreto, apresentando atitudes às vezes inconseqüentes. Se todos os dentes são muito espaçados, a pessoa vive mais no mundo da imaginação; é um sonhador, idealista, sempre com planos que não põe em prática. Quando o espaço é grande só entre os incisivos centrais, há, no inconsciente, incoerência entre as figuras paterna e materna.

DENTES MUITO JUNTOS - Contam da predominância da lógica e do pensamento racional no indivíduo. O palpável, realizável, concreto. A pessoa vive presa ao aqui e agora e suas prováveis realizações. Tem desejo de segurança material e financeira, por preocupação.
 
DENTES NORMAIS - São comuns em indivíduos que, mesmo com todas as limitações que a vida impõe, sabem viver com coerência ao seu impulso interno e são flexíveis diante dos obstáculos, procurando soluções para si.

BRUXISMO - Significa a auto contenção da expressão verbal. Pessoas que têm muito o que falar, mas que guardam para si as palavras, sem condição ou coragem para falar o que desejam. Tornam-se tensas e muitas vezes magoadas.
Devem trabalhar o perdão, o sentimento de raiva guardada e procurar expressar-se com clareza e calma, fazendo suas reivindicações e justificativas.
Fonte: Clã Filhas da Lua

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Diferença entre "ser" e "estar" terapeuta

Recebi esse texto de uma querida amiga.
Cada vez mais há que se compreender que o importante, essencial e fundamental é o SABER OUVIR. E que ser Terapeuta Floral é muito mais do que ler livros e decorar para que serve cada uma das essências.





SER E ESTAR TERAPEUTA

Os terapeutas, como o resto dos humanos, procuram a felicidade e sabem que nenhuma felicidade duradoura pode ter por fundamento a ilusão. A verdade é a própria condição da verdadeira alegria e, por isso, é necessário antes de tudo “procurar ver com clareza”. Isso supõe “sair das projeções”, que não nos deixa ver o que é.

Um elemento importante da terapia dos antigos é a “epochè”, “o por entre parênteses”.

Olhar para uma coisa, uma pessoa, um acontecimento e “por entre parênteses”, isto é “suspender” o juízo, não projetar sobre “isto” os temores e desejos, todos esses “pacotes de memórias” de que se acha carregado o menor dos nossos olhares.

Num primeiro sentidlo, ver com clareza é ver o que é: apenas o que é e nada mais.

A “epochè” refere-se não só à emoção, mas também ao juízo e ao pensamento. Supõe grande liberdade diante das nossas reações, mas estas atitudes “reativas” que tomamos muitas vezes por “ações”, falando precisamente, não somos senhores delas. Antes de imaginar somente que isto seja possível, trata-se em primeiro lugar de tomar consciência. A “epochè” constitui um momento importante para deixar de lado “o próprio ponto de vista” e os seus condicionamentos. Ver as coisas a partir delas mesmas, em sua “outridade” irredutível a nossas percepções fragmentárias, é o começo da clara visão.

“Aprender a ver com clareza”, em um segundo sentido, é desenvolver em si uma “visão esclarecedora”, aquela que vem do olho do coração. Existem olhares que diminuem, coisificam o outro, há olhares que revivificam, iluminam... desses olhares, uma pessoa sai mais pura, orgulhosa e como que engrandecida. Nossa vida vale muitas vezes pelo olhar sob o qual a gente se põe. o Olhar do terapeuta é não apenas claro no sentido de “lúcido”, objetivo, enquanto isso é possível a uma pessoa, mas é  também claro no sentido de esclarecedor. Diante desse olhar você se vê melhor, descobre-se mais diante de um tal olhar, não numa nudez de culpa ou de vergonha, mas em nossa nudez essencial de “ser amado pelo Ser”. Diante de um olhar assim, você não se sente menosprezado, julgado, medido, mas aceito, sendo essa aceitação a condição necessária para que se inicie um caminho de cura. Melhor, diante de um olhar como esse, você pode sentir-se “amado”, mas amado de maneira não possessiva ou interesseira, “amado por si, gratuitamente”..., estranhamente amado.

Este texto é de Jean-Yves Leloup, em “Cuidar do Ser” - Fílon e os Terapeutas de Alexandria.